terça-feira, 27 de outubro de 2015

Sujeito oculto

CAPÍTULO 6
O Guardian publicou reportagem sobre a decisão de universidades britânicas escolherem candidatos pelo currículo, sem saber seus nomes, para evitar um viés racista. A matéria (em inglês) pode ser lida aqui.

Em 'Freakonomics', os autores Steven Levitt e Stephen Dubner dedicam o último capítulo do livro a decifrar "o que os pais estão querendo dizer ao mundo quando dão nomes aos filhos" e as possíveis consequências de suas escolhas. Para isso, eles chegaram a um ranking dos vinte nomes "mais brancos" (Molly, Amy, Jake, Connor...) e os vinte "mais negros" (Imani, Ebony, DeShawn, DeAndre...) de crianças nascidas na Califórnia.

"Agora, que diferença faz ter um nome muito branco ou muito negro? Ao longo dos anos, uma série de "estudos atuariais" tentou avaliar como são vistos os nomes. Numa das modalidades desses estudos, um pesquisador enviava para empregadores potenciais dois currículos idênticos (e falsos): um com um nome tradicionalmente branco e o outro com um nome identificado com imigrantes ou membros de uma minoria. Os currículos "brancos" sempre conseguiam um número maior de entrevistas."

Por que não desistir de um livro difícil

 
CAPÍTULO 3
Descobri que estava lendo um livro de forma "errada" e, por este motivo, ele era sempre o último da fila. Trata-se do badalado "O Capital no Século XXI", de Thomas Piketty. Por mais que o autor tente ser didático, o tema é árido e espinhoso para quem não tem formação em economia. Como eu vinha fazendo? Vinha tentando entender tudo o que estava escrito e, claro, a leitura não fluía.
 
Quem me disse que eu estava fazendo tudo errado? Mortimer Adler, no capítulo 3 de "Como Ler Livros". Para livros difíceis, diz ele, faça uma primeira leitura ininterrupta, sem se deter em trechos incompreensíveis.
 
 
 Então, às regras:
 
  1. Não deposite esperança demais na primeira leitura de um livro difícil.
  2. Mesmo que só tenha entendido 50% do livro na primeira leitura - ou até menos - isso será útil quando retornar ao livro mais tarde.
  3. E mesmo que não retorne ao livro, entender metade (ou menos) dele é melhor do que não entender nada.

Quatro pilares em movimento

CAPÍTULO 10
Camponeses, operários, estudantes e mulheres. Na metade final do século XX foram os segmentos que mais se moveram na estrutura social. Revoltas estudantis, emancipação feminina, adaptação profissional forçada pela urbanização e pelo desenvolvimento tecnológico deram o tom de uma época de prosperidade inédita para o período.
 
Camponeses, operários, estudantes e mulheres. Na metade final do século XX foram os segmentos que mais se moveram na estrutura social. Revoltas estudantis, emancipação feminina, adaptação profissional forçada pela urbanização e pelo desenvolvimento tecnológico deram o tom de uma época de prosperidade inédita para o período.
 
Camponeses, operários, estudantes e mulheres. Na metade final do século XX foram os segmentos que mais se moveram na estrutura social. Revoltas estudantis, emancipação feminina, adaptação profissional forçada pela urbanização e pelo desenvolvimento tecnológico deram o tom de uma época de prosperidade inédita para o período.

 Camponeses, operários, estudantes e mulheres. Na metade final do século XX foram os segmentos que mais se moveram na estrutura social. Revoltas estudantis, emancipação feminina, adaptação profissional forçada pela urbanização e pelo desenvolvimento tecnológico deram o tom de uma época de prosperidade inédita para o período.

(...) os países do Terceiro Mundo (...) não mais se alimentavam a si mesmos(...). Na melhor das hipóteses, eram encorajados a concentrar-se em safras especializadas para o mercado do mundo desenvolvido(...).