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| CAPÍTULO 6 |
O Guardian publicou reportagem sobre a decisão de universidades britânicas escolherem candidatos pelo currículo, sem saber seus nomes, para evitar um viés racista. A matéria (em inglês) pode ser lida aqui.
Em 'Freakonomics', os autores Steven Levitt e Stephen Dubner dedicam o último capítulo do livro a decifrar "o que os pais estão querendo dizer ao mundo quando dão nomes aos filhos" e as possíveis consequências de suas escolhas. Para isso, eles chegaram a um ranking dos vinte nomes "mais brancos" (Molly, Amy, Jake, Connor...) e os vinte "mais negros" (Imani, Ebony, DeShawn, DeAndre...) de crianças nascidas na Califórnia.
"Agora, que diferença faz ter um nome muito branco ou muito negro? Ao longo dos anos, uma série de "estudos atuariais" tentou avaliar como são vistos os nomes. Numa das modalidades desses estudos, um pesquisador enviava para empregadores potenciais dois currículos idênticos (e falsos): um com um nome tradicionalmente branco e o outro com um nome identificado com imigrantes ou membros de uma minoria. Os currículos "brancos" sempre conseguiam um número maior de entrevistas."


